Estava eu a ler o blogue da senhora idosa espanhola (95 anos) que ganhou o prémio do melhor blog espanhol e deparei-me com um comentário sobre o Amor, em resposta a uma "piquena" de 18 anos.
Mas será que realmente existe o Amor para toda a vida? E o que é toda a vida? Sim porque se duas pessoas se amam e uma delas morre algum (pouco) tempo depois de se conhecerem, aí, não foi difícil existir o amor para toda a vida.
Mas, e quando toda a vida são dias, meses, anos, décadas?
É mais fácil namorar a vida toda... está-se junto quando se quer e cada um na sua casa, quando bem apetece.
O dia a dia, a rotina, mata a paixão....Sim, eu sei que paixão e amor são diferentes e que a paixão consome muito... mas, qual de nós não gosta de estar apaixonado?
Quando se partilha diariamente o mesmo espaço, a mesma casa de banho, o mesmo quarto, vêm ao de cimo as pequenas diferenças e só uma grande cedência de parte a parte permite uma coabitação pacífica... mas que vai matando a paixão...
No namoro, se há um dia em que se está mal disposto, telefona-se e arranja-se uma desculpa para falhar o encontro mas, quando se vive debaixo do mesmo tecto, é quase inevitável o regresso a casa, umas palavras menos simpáticas para com os habitantes do mesmo espaço e... a relação começa a azedar...
Sabemos que as palavras são como as pedras, uma vez lançadas, já não as podemos fazer voltar atrás...
Se alguém conhecer uma nova forma de relação, deixe-a aqui em comentário.... Irá, concerteza, fazer diminuir o nº de divórcios a nível mundial!
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