Estava eu a ler o blogue da senhora idosa espanhola (95 anos) que ganhou o prémio do melhor blog espanhol e deparei-me com um comentário sobre o Amor, em resposta a uma "piquena" de 18 anos.
Mas será que realmente existe o Amor para toda a vida? E o que é toda a vida? Sim porque se duas pessoas se amam e uma delas morre algum (pouco) tempo depois de se conhecerem, aí, não foi difícil existir o amor para toda a vida.
Mas, e quando toda a vida são dias, meses, anos, décadas?
É mais fácil namorar a vida toda... está-se junto quando se quer e cada um na sua casa, quando bem apetece.
O dia a dia, a rotina, mata a paixão....Sim, eu sei que paixão e amor são diferentes e que a paixão consome muito... mas, qual de nós não gosta de estar apaixonado?
Quando se partilha diariamente o mesmo espaço, a mesma casa de banho, o mesmo quarto, vêm ao de cimo as pequenas diferenças e só uma grande cedência de parte a parte permite uma coabitação pacífica... mas que vai matando a paixão...
No namoro, se há um dia em que se está mal disposto, telefona-se e arranja-se uma desculpa para falhar o encontro mas, quando se vive debaixo do mesmo tecto, é quase inevitável o regresso a casa, umas palavras menos simpáticas para com os habitantes do mesmo espaço e... a relação começa a azedar...
Sabemos que as palavras são como as pedras, uma vez lançadas, já não as podemos fazer voltar atrás...
Se alguém conhecer uma nova forma de relação, deixe-a aqui em comentário.... Irá, concerteza, fazer diminuir o nº de divórcios a nível mundial!
21 de novembro de 2007
14 de novembro de 2007
Felicidade - Sou Feliz porque estou viva
Eu hoje sou FELIZ...
Sou Feliz porque tenho uma casa de onde vejo o mar e onde entra o sol desde manhã até que se põe.
Sou Feliz porque quando o mundo me cai em cima, no dia seguinte eu descubro que ficou um buraquinho para escapar.
Sou Feliz porque tenho um ginásio onde gosto de ir.
Sou Feliz porque tenho boas recordações para relembrar.
Sou Feliz porque tenho um trabalho; não é bem aquilo que eu queria, mas é um e nos tempos livres posso fazer aquilo que me dá prazer.
Sou Feliz porque posso sonhar com as próximas férias e fazer planos.
Sou Feliz porque tenho saúde e me posso levantar todos os dias para ir trabalhar.
Sou Feliz porque a felicidade é também um estado de espírito e uma disposição para enfrentar o minuto que vem.
E tu, és FELIZ?
Sou Feliz porque tenho uma casa de onde vejo o mar e onde entra o sol desde manhã até que se põe.
Sou Feliz porque quando o mundo me cai em cima, no dia seguinte eu descubro que ficou um buraquinho para escapar.
Sou Feliz porque tenho um ginásio onde gosto de ir.
Sou Feliz porque tenho boas recordações para relembrar.
Sou Feliz porque tenho um trabalho; não é bem aquilo que eu queria, mas é um e nos tempos livres posso fazer aquilo que me dá prazer.
Sou Feliz porque posso sonhar com as próximas férias e fazer planos.
Sou Feliz porque tenho saúde e me posso levantar todos os dias para ir trabalhar.
Sou Feliz porque a felicidade é também um estado de espírito e uma disposição para enfrentar o minuto que vem.
E tu, és FELIZ?
9 de novembro de 2007
Trabalho e índices de produtividade
O que leva tanta gente a querer ter emprego mas não gostar de trabalhar? Vai para o trabalho como quem vai para o cadafalso e sempre a queixar-se... Das duas três, ou não gosta daquilo que faz ou não gosta do que faz. Então força, arrisque e mude...
Como pode haver produtividade num país em que à hora de início do trabalho está o pessoal a entrar, poisar as coisas e ir tomar o café, quando não o pequeno almoço, ao bar ou à cantina?
Entusiasmem-se com o que fazem e tentem sempre fazer bem aquilo que fazem e vão ver como sentem prazer nisso.
À noite, ao deitar, cansado, que bom sentir-se a sensação do dever cumprido... em vez do dever comprido....
Como pode haver produtividade num país em que à hora de início do trabalho está o pessoal a entrar, poisar as coisas e ir tomar o café, quando não o pequeno almoço, ao bar ou à cantina?
Entusiasmem-se com o que fazem e tentem sempre fazer bem aquilo que fazem e vão ver como sentem prazer nisso.
À noite, ao deitar, cansado, que bom sentir-se a sensação do dever cumprido... em vez do dever comprido....
7 de novembro de 2007
Um dia começo a escrever
É muito mais fácil falar do que escrever. Não tem a ver com o facto da escrita ser mais cuidada, não, até porque, mesmo ao falar tento sempre dignificar a língua de Camões. Prende-se, isso sim, com a escrita ser mais solitária, sem interacção e reduzida ao "papel".
Falar implica comunicar verbalmente e com gestos, com olhares, com sorrisos, com um contacto físico e até com o tom de voz e as inflexões que são ou não utilizadas.
Escrever, obriga à escolha das palavras que carreguem consigo, para além da ideia que se pretende partilhar, as texturas que se não podem palpar, os aromas que se não podem sentir e os sons que se não ouvem.
Quando estamos face a face com o nosso interlocutor apercebemo-nos rapidamente das suas reacções e da sua capacidade de captar a nossa mensagem.
Quantas vezes um simples olhar nos provoca uma sensação tão forte que não conseguimos fingir que não o vimos?
Falar implica comunicar verbalmente e com gestos, com olhares, com sorrisos, com um contacto físico e até com o tom de voz e as inflexões que são ou não utilizadas.
Escrever, obriga à escolha das palavras que carreguem consigo, para além da ideia que se pretende partilhar, as texturas que se não podem palpar, os aromas que se não podem sentir e os sons que se não ouvem.
Quando estamos face a face com o nosso interlocutor apercebemo-nos rapidamente das suas reacções e da sua capacidade de captar a nossa mensagem.
Quantas vezes um simples olhar nos provoca uma sensação tão forte que não conseguimos fingir que não o vimos?
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