
“No remoinho que é sempre um novo romance, acontece algo de estranho: pensamos que nos estamos a apaixonar por uma pessoa, mas, muitas vezes, o que nos seduz é o próprio remoinho. É uma ideia maravilhosa pensar que depois de todas as relações falhadas, falsos despertares e fins dolorosos, o destino decide finalmente parar de rir na nossa cara e nos diz: Vá lá, aqui tens a felicidade eterna …Vive-se um romance com o próprio romance, não com um ser humano.”
Mark Barrowcliffe
