
Para Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, "Há uma espécie de feminismo impertinente nestas leis", a propósito de a violência doméstica ser um crime público. (DN, e Público, edição de 14-05-2008).
Acha o Dr. Marinho Pinto que não deveria ser crime público a violência doméstica o que tornaria mais fácil o agressor não ser condenado (claro!). Se houvesse a necessidade, como antes da lei ser promulgada, do agredido apresentar queixa contra o agressor para este ser condenado seria muito mais fácil a queixa ser retirada e
o agressor continuar impune!
Acha o Dr. Marinho Pinto que não deveria ser crime público a violência doméstica o que tornaria mais fácil o agressor não ser condenado (claro!). Se houvesse a necessidade, como antes da lei ser promulgada, do agredido apresentar queixa contra o agressor para este ser condenado seria muito mais fácil a queixa ser retirada e
o agressor continuar impune!Desconhece o Dr. Marinho Pinto, o terror que se instala e a vergonha que sente aquele que é alvo de agressão? Desconhecerá, ainda, este senhor a pressão que é exercida sobre a vítima?
Dr. Marinho Pinto, a lei nem sequer especifica mulher ou homem, mas sim cônjuge... assim, feminismo..., não sei onde.
Realmente, o que mais frequentemente acontece, é ser a mulher a agredida porque estamos numa sociedade onde vigora, pretensamente, um estado de direito mas onde, na prática, se assiste à lei da selva, à lei do mais forte (fisicamente, claro!!!).
2 comentários:
É uma vergonha ter feito uma afirmação destas e muito mais em público. Será que não se arrependeu ainda?
Sr. Bastonário deixa mal toda uma classe...
Mas afinal porque quererá este senhor que as queixas possam ser retiradas facilmente?
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