Sempre essa arte quase obscena com que manipulas as palavras e as ideias, como se tudo fosse apenas um jogo, onde as máscaras eram as únicas imagens possiveis... Fiquei cansado..., farto de fugir, de dizer não, como se a revolta muda fosse demasiado pesada para continuar... As algemas já não me prendiam..., nem as fórmulas elaboradas me convenciam a aceitar as regras de um pacto que não era meu... Achavas que te amava de uma forma crónica..., mas a alma impediu a dor de continuar, já não sinto os teus ombros no meu braço... Tentei dizer-te que partia, sem despedidas, num exorcismo tentado, consumado de um adeus desconfortável e frio, mas obrigatório... Sem lágrimas ou anseios, apenas a quase tristeza de uma página rasgada, de um presente esgotado..., exausto..., nú... e solitário!
Quase tristeza...sim, fica sempre um sabor amargo quando nos entregamos incondicionalmente e depois vemos que, afinal, não fomos correspondidos tão intensamente como nos entregámos...
Obrigada por continuares a partilhar connosco a tua escrita maravilhosa!
4 comentários:
Escolher a solidão...
Sempre essa arte quase obscena com que manipulas as palavras e as ideias, como se tudo fosse apenas um jogo, onde as máscaras eram as únicas imagens possiveis...
Fiquei cansado..., farto de fugir, de dizer não, como se a revolta muda fosse demasiado pesada para continuar...
As algemas já não me prendiam..., nem as fórmulas elaboradas me convenciam a aceitar as regras de um pacto que não era meu...
Achavas que te amava de uma forma crónica..., mas a alma impediu a dor de continuar, já não sinto os teus ombros no meu braço...
Tentei dizer-te que partia, sem despedidas, num exorcismo tentado, consumado de um adeus desconfortável e frio, mas obrigatório...
Sem lágrimas ou anseios, apenas a quase tristeza de uma página rasgada, de um presente esgotado..., exausto..., nú... e solitário!
Fez-me chorar...Quanto custa um adeus!!!
Quase tristeza...sim, fica sempre um sabor amargo quando nos entregamos incondicionalmente e depois vemos que, afinal, não fomos correspondidos tão intensamente como nos entregámos...
Obrigada por continuares a partilhar connosco a tua escrita maravilhosa!
Não chorei mas fiquei com o coração arrepiado.
Quem és tu dreammaker?
Escolhe a solidão mas não escolhas o silêncio.
Obrigada pelo encantamento.
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